O Neuromarketing já é uma realidade

Se você tivesse escolha, você usaria a mesma mensagem de marketing para o Capitão Kirk e para o Dr. Spock? Hoje os marketeiros mais refinados fazem segmentações sócio-demográficas, estudam os dados transacionais e relacionais do público alvo e preparam a mensagem de marketing. Mas as pessoas têm padrões de pensamento diferentes. Assim como o Capitão Kirk é determinado, impaciente, confiante, direto, ousado, competitivo e controlador o Sr. Spock é racional, estável, orientado por fatos, disciplinado, sistemático, introvertido, detalhista e lógico. Kirk é um realizador e Spock um intelectual, segundo a Thinking Craft, Inc, empresa que nos EUA desenvolveu a tecnologia Neurographix, que permite segmentar o mercado com base em como as pessoas pensam. Assim sendo, duas pessoas do mesmo sexo, morando no mesmo bairro, com aproximadamente a mesma renda, ambos profissionais liberais, talvez não devam receber a mesma mensagem de marketing se uma delas for visionária (generosa, imaginativa, conceitual, sensitiva, empática, futurística e contemplativa) e a outra conversador (extrovertida, social, positiva, espontânea, interativa, popular e brincalhona) os outros dois perfis encontrados pelos pesquisadores que fundaram a empresa. O estudo Baseada em 25 anos de estudos científicos, inicialmente voltados à melhoria do aprendizado, foi desenvolvido um sistema para classificar os padrões de pensamento que se dividem em quatro. Cada padrão é baseado na dominância do lado direito ou esquerdo do cérebro e tendências abstratas e concretas. O visionário tem a predominância do lado direito e abstrato, o conversador do lado direito e concreto, o intelectual do lado esquerdo e abstrato e o realizador do lado esquerdo e concreto.   Thinking Indicator Através de uma metodologia chamada de TI – Thinking...

E-trust: sua loja virtual passa confiança?

O Presidente da Lederman Consulting & Education, David Lederman, escreveu um artigo sobre como construir confiança no ambiente virtual. Confira. Para que uma compra seja realizada, nem sempre é necessário que o consumidor confie plenamente no vendedor. Principalmente no mundo físico, em troca do dinheiro, recebemos imediatamente a mercadoria e a transação é finalizada. Em caso de problemas, podemos voltar à loja e devolver a mercadoria ou reclamar com o gerente. Já no mundo virtual, desconhecemos a localização da empresa, como ela processa o pedido e o que fará com a informação pessoal que fornecemos, por exemplo, a do cartão de crédito. É por isso que algumas marcas do mundo físico têm sido bem sucedidas no mundo virtual. Os maiores volumes de vendas de roupas pela Internet foram de empresas como a  e-Bay (site de leilões que hoje também abriga lojas de várias marcas do mundo físico), seguida pela Lands´End (famosa nos EUA pela venda por catálogo) e a J.C. Penney (tradicional loja de departamentos). As transações em dinheiro ou semelhantes do mundo físico mantêm o anonimato do consumidor, ao passo que nas transações eletrônicas ele tem que fornecer seus dados pessoais para efetivá-las. Como uma espécie de antídoto para as preocupações do consumidor, segundo Elena Kiryanova, da Universidade de Louisiana, EUA, num premiado trabalho apresentado em uma conferência da DMEF – Direct Marketing Educational Foundation, temos as seguintes dimensões da construção da confiança no comércio eletrônico: Confiança na relação de troca É a competência e a benevolência no cumprimento da promessa de entrega, de forma consistente com os termos da compra e dentro de padrões mínimos já estabelecidos...

O admirável mundo novo do Business to Business na internet

Hoje mais de 600 milhões de pessoas estão on-line no mundo, destes 190 milhões encontram-se na Europa e 183 milhões na região de influência da ALCA (onde de forma otimista já tomamos a liberdade de incluir o Brasil). Segundo a e-Marketer, deveremos ter um crescimento de US$ 3.2 trilhões fora da ALCA (lembre do desempenho econômico da China e de outros países da Ásia). Os números não negam: O Business to Business na internet está em constante crescimento. Dados do Departamento de Comércio americano mostram que 1% das receitas do varejo foram on-line. Realmente hoje a maioria das Empresas já está on line e um mundo ainda não muito compreendido, ou melhor, ainda não dimensionado, é o da integração entre compradores e fornecedores empresariais. Pouca gente sabe, mas a GE (General Electric) na Web é maior que a Amazon. Cada vez mais estamos tendo acesso a pesquisas que estudam o comportamento do comprador Business to Business na Web. Por exemplo, já se sabe que ele tende a usar múltiplos canais, pode até colocar o pedido na Internet, mas demanda alguns pontos de contato pessoais. O processo de compra torna-se assim cada vez mais complexo. Também já se sabe que os fatores de uso dos sites empresariais são, pela ordem de importância: 1º Preço e flexibilidade de pagamento 32% dos compradores descartam as lojas virtuais se o preço é igual ao mundo off-line, em geral os descontos são de 9 a 16% com condições facilitadas de pagamento. 2º Conveniência (delivery) Espera-se de um meio rápido como a Internet também uma entrega à sua altura. 3º Informação É da natureza informatizada...

O que os consumidores sentem ao ler o seu e-mail

Num recente estudo de benchmark da SOCAP americana (Society of Consumer Affairs Professionals) tivemos uma constatação bem preocupante: Clientes muito insatisfeitos com uma resposta por internet propagam sua experiência para quase o dobro de pessoas em comparação a um grupo equivalente que tenha reclamado por telefone. Concluímos então que é chegada a hora de prestar mais atenção ao que está acontecendo após a saída dos seus e-mails. As reclamações ao telefone podem ser monitoradas e assim ouvimos as reações do cliente, mas não há como fazê-lo quanto à leitura de e-mails. Como saber se as nossas mensagens estão trabalhando a favor ou contra nossa empresa? Devemos admitir que algo que seja aceitável para nossa equipe pode estar de fato ofendendo o nosso cliente. Mesmo que não seja esta a nossa intenção isto acontece muito. Você mesmo pode ter experimentado esta sensação ao receber algum e-mail interno da organização ou de amigos. O tom de uma mensagem pode ter mais força que seu conteúdo. Você está provavelmente pensando: “mas eu não posso me dar ao luxo de checar cada e-mail que enviamos quanto ao tom e efeito”. Mas é possível fazê-lo de forma econômica seguindo algumas dicas: Faça uma amostragem de seus e-mails e analise os seguintes fatores: foco no cliente, estilo e tom e credibilidade. Foco no cliente Aqui começamos pelo prazo de resposta, que hoje em dia é recomendável que seja de um dia útil. Depois contamos quantos “nós” e “você” utilizamos e verificamos um balanço ideal para que o consumidor sinta que realmente nos preocupamos com ele. Evitar o legalês e os jargões internos. A internet pressupõe...

Confira a agenda de cursos da Escola Nacional de Serviços de Qualidade em 2016

A Escola Nacional de Serviços de Qualidade – ENQS preparou a agenda de cursos para o primeiro semestre de 2016. Além dos já consagrados cursos, neste ano, a ENQS tem duas novidades: O Encontro Nacional de Gestores e o curso “Casos de Encantamento”. Local: Os cursos acontecem em São Paulo – SP, na Av. Paulista, 949, no 7º andar. O local é próximo ao metrô Trianon-Masp e fica em frente à Gazeta. Já o Encontro Nacional de Gestores o curso “Casos de Encantamento” acontecerão no Clube Hebraica, no Espaço Adolpho Bloch, na rua Hungria, 1000 – Jardim Paulistano. Agenda de cursos 2016: Confira o calendário e não deixe de garantir sua vaga. Para mais informações, ligue 11-38012411 ou envie e-mail para atendimento@ledermanconsulting.com.br  para saber sobre a agenda dos cursos Aplicando na Prática O Jeito Disney de Encantar os Clientes Período Integral 25 de fevereiro e 24 de maio de 2016 Veja o Programa do Curso Aqui Casos de Encantamento 31 de março de 2016 Veja o programa do curso aqui Encontro Nacional de Gestores 30 de junho de 2016 Mais informações em breve Email Marketing na Prática Período Noturno 12 e 14 de abril de 2016 Veja o Programa do Curso Aqui Introdução a Estratégias de SEO Período Noturno 15 e 17 de março de 2016 Veja o Programa do Curso Aqui Como tirar a certificação PROBARE Período Noturno 3 e 5 de maio de 2016 Veja o Programa do Curso Aqui Dando e Recebendo FeedBack Período Noturno 12 e 14 de abril de 2016 Veja o Programa do Curso Aqui Vencendo Objeções Período Noturno 3 e 5 de maio de 2016 Veja o Programa do...

Os 6 erros mais comuns nos Sites da Web e como consertá-los

Num esforço para se destacar no mundo on-line, o pessoal de marketing pode cometer erros comuns, porém fatais ao construírem seus websites. Ao quebrar regras simples de criação podem impactar negativamente como os consumidores se sentem em relação à sua Empresa, sua marca e seus produtos. A Web é um meio orientado a resultados, os visitantes tentam achar uma informação específica. Assim sendo, seria lógico fornecer um caminho claro para essa informação, fazendo da navegação uma coisa familiar e intuitiva. Embora seja ilógico desviar os visitantes do site em relação aos seus objetivos, a maioria dos sites faz exatamente isso! Ceder à tentação de ser criativo apenas pelo apelo da criatividade é um dos mais erros mais comuns, que a seguir comentaremos junto a outros: 1) Criação em excesso Numa tentativa de dar mais para os consumidores, o pessoal de marketing, quer sejam novatos ou veteranos em geral colocam coisas demais nas páginas.Às vezes bombardear o consumidor com muitas escolhas pode levar a uma queda de rendimento, pois numa questão de segundos ele pode abandonar o site, sem ver o conteúdo, independentemente da sua qualidade. 2) Criação que faz a experiência ficar mais lenta A natureza 24horas x 7dias da semana da Web tornou os consumidores modernos impacientes. Quando elementos gráficos estiverem sendo considerados, considere a regra dos 9 segundos: se algo levar mais do que 9 segundos para o download, há 75% de chance de perder o visitante. Avalie cada elemento gráfico perguntando-se como efetivamente isto vai impactar a experiência do cliente. Também tome o cuidado de testar seu site usando tecnologias mais antigas e lentas, pois a...