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Criação e banco de dados devem andar juntos

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Você se lembra de quando era criança e tinha algo que pensava ser realmente importante, mas ninguém ouvia? Por exemplo, quando você não conseguia chamar a atenção do decisor (sua mãe) para dar-lhe um doce? Como um profissional de marketing de relacionamento você se sente assim? “Senhor potencial consumidor, tenho um grande negócio para você, o que você precisa, um belo preço, prazo, tempo limitado, etc”. Por mais vantagens que sejam apresentadas, nem sempre conseguimos chamar a atenção do nosso público-alvo. Nos primórdios do marketing direto, alguém achou uma fórmula da importância relativa dos três elementos principais de uma campanha de marketing direto. A lista seria responsável por 40% do sucesso ou falha. A oferta por outros 40%. E a criação pelos 20% restantes. Apesar de conter certa polêmica, por não haver criação que compensasse uma lista ruim ou uma oferta inadequada ao público-alvo, este pensamento foi seguido por décadas porque funcionava. Considerando a melhora exponencial de tecnologias de segmentação e manipulação nos últimos 20 anos, houve um profundo efeito na nossa capacidade de aumentar a precisão de comunicação com o público-alvo. Pelo menos, teoricamente, toda a comunicação deveria ser endereçada para indivíduos ou entidades que teriam a necessidade do produto ou serviço oferecido e a oferta relevante para aquela necessidade. Por que não melhoramos as taxas de resposta? Ao contrário, está ficando cada vez mais difícil fazer a comunicação dirigida funcionar. Até mesmo o e-mail, que chegou a ser a grande esperança há um par de anos atrás, está declinando quanto à sua capacidade de produzir uma resposta eficaz. Apesar de acreditarmos que o e-mail deverá ter um...
Estudo de Caso nº 3 – Aplicando a Magia Disney na prática para a sua empresa

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Estudo de Caso nº 3 Todo funcionário, ao entrar na Disney, jamais poderá trabalhar “ao vivo” no Parque sem que tenha passado pelo curso de “Traditions” (tradições). Nele, é relatado sobre a santidade dos personagens, visto que os personagens na Cultura Disney são considerados semideuses. Com isso, eles são tão respeitados que, quando alguém tem a honra de interpretá-los, o trabalho é feito de forma sigilosa. Ou seja, o funcionário nunca dirá que foi Mickey, Pateta ou Pluto. Dirá apenas que foi amigo ou amiga (“friend of”) dos mesmos. Esse é um dos pontos da Magia Disney. Por que funciona dessa maneira? Porque, assim, é transmitido respeito, reverência e, principalmente, o cuidado com o que há de maior valor na organização: os personagens que nos levam ao mundo da fantasia. No curso de Tradições, o novo funcionário aprende que todos são responsáveis pela magia. Ou seja, não são apenas as pessoas da linha de frente que tornam-se amigas dos personagens. Mas também o jardineiro, o motorista de ônibus e, até mesmo, o encarregado da limpeza. Pois, reflita: Como poderia o nosso convidado acreditar que está no mundo da fantasia se este mundo está sujo? Dessa maneira, ensina-se ao mais novo membro da equipe a importância que ele tem na criação e manutenção da Magia Disney.   O objetivo é que todos os membros, como o auxiliar de limpeza, por exemplo, seja motivado a preservar a experiência mágica do convidado. E, o mais importante: o funcionário deve ser incentivado a fazer algo a mais pelos visitantes. Quer ver um exemplo prático disso? No vídeo abaixo, um auxiliar de limpeza transcende...
Aplicando o Método Disney na prática da sua empresa

Aplicando o Método Disney na prática da sua empresa

A mãe volta do parque com seu filho de 4 anos e os dois conversam alegremente sobre o dia de hoje no Magic Kingdom (Reino Mágico) e suas atrações. Quando abrem a porta do quarto, flagram o Ursinho Pooh assistindo desenho da Disney na televisão, com um leite longa vida do seu lado esquerdo, bolachas infantis no lado direito e o controle remoto na mão! – Lembra do Toy Story? – Disse a mãe. – Sim, mamãe! – Disse o filho Como não deu tempo do Pooh se esconder (pois não os viu chegando), ele “congelou” como os brinquedos do Andy no filme Toy Story. A mãe se emociona ao ver o seu filho concluir que o malandro do Pooh aproveitou que eles foram ao parque e se apoderou da TV. Em seguida, usando a sabedoria natural das mães, ela aproveita para dizer ao garoto que tomar leite (ele não gosta muito) e comer bolachinhas faz bem para a saúde. À noite, ela senta-se e escreve uma carta de elogio para o hotel da Disney. Por fim, a carta acaba parando na galeria de honra na sala das camareiras. Com isso, a camareira autora deste momento mágico será homenageada pessoalmente numa cerimonia especial, pelo Vice-Presidente de Operações do parque.  Como aplicar este método na sua empresa? Por trás desta pequena história – que é verdadeira – temos um material para estudo aprofundado sobre como aplicar o Método Disney na prática da sua empresa. Ou seja, como motivar sua equipe a fazer algo a mais pelo cliente (cultura e reconhecimento) fora das obrigações normais do cargo. Na Disney, assim como todos os outros funcionários, a camareira também é chamada de “Cast Member” (membro do elenco). Ela...
Prepare seu Marketing para a era dos Cabelos Brancos

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Algo sem precedentes e irreversível está ocorrendo com a Humanidade. A proporção de pessoas com mais de 60 anos ultrapassou a proporção dos menores de 5 anos. Daqui para frente, dificilmente esta proporção se inverterá. Afinal, a população acima de 65 anos desde que temos registro raramente ultrapassou os 2-3% na maioria dos países, totaliza hoje em dia 15% nos países mais ricos (*). Por isso, veremos agora o porquê do nosso conselho “Prepare seu Marketing”.

Os desafios do marketing na era da dispersão

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As pessoas estão se cansando do marketing em todas as suas formas. Um estudo recente da Yankelovich Partners, uma consultoria americana em serviços de marketing mostrou que a resistência a uma maior intrusão dele nunca esteve tão alta. Isso porque 65% dos americanos se sentem “constantemente bombardeados” por mensagens. Além dos 59% sentem que elas têm pouca relevância para eles. Números que reforçam os desafios do marketing.

Marketing e Vendas trabalhando juntos

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“Na realidade, a venda e o marketing são antíteses e não sinônimos ou complementações. Haverá sempre, temos que admitir, a necessidade para alguma venda. Porém, o objetivo do marketing é tornar a venda supérflua, é saber e compreender tão bem o Cliente que o produto ou serviço o sirva e se venda por si mesmo. Do ponto de vista ideal, o marketing deve resultar num Cliente que está pronto para comprar. Tudo o que precisa, então, é tornar o produto ou serviço disponível, isto é, logística em vez de perícia em vendas e técnicas estatísticas em vez de promoção”. Peter Drucker falando sobre Marketing e Vendas trabalhando juntos.