“A flor que desabrocha na adversidade é a mais rara e a mais bonita de todas”
           Walt Disney

 

Prepare-se para se surpreender, se inspirar e, possivelmente, chorar uma lágrima de felicidade.

Em 2007, Cheri Srour era uma adolescente feliz e normal que morava no Brooklyn, NY, EUA. Normal, até ser atingida por uma desordem neurológica autoimune, deixando-a paralisada em um respirador artificial e lutando por sua vida aos 18 anos. Por 10 anos, Srour continuou essa luta aprendendo a andar de novo, a engolir comida e a conversar. “Eu basicamente comecei minha vida de novo”, disse ela, agora aos 27 anos de idade.

Parte de sua recuperação incluiu a participação nas últimas quatro runDisney Princess (meias maratonas no Walt Disney World Resort), incluindo o evento em 24 de fevereiro de 2019. Seu cunhado empurrou sua cadeira de rodas pelo percurso de 21,1 km.

“Vendo os outros corredores correndo ao longo da corrida, observo-os moverem suas pernas e seus pés. Eles estão dando tudo o que podem e, na minha cabeça, eu não posso esperar para que isso seja eu”, Srour disse com um sorriso.

Seguindo seu lema, “Eu posso não ser capaz de fazer as coisas que você faz, mas o que eu posso fazer irá surpreendê-lo”, ela, literalmente, deu vários passos no domingo para surpreender a família e os espectadores que estavam na linha de chegada.

Aqui está o vídeo que você não vai esquecer tão cedo (está em inglês, mas dá para entender. Ative as legendas em inglês que ajudam bastante).

 

 

A propósito, Srour é uma fanática por Disney e adora as Princesas. Sua favorita é a Bela e se relaciona mais com ela porque “ela acaba olhando para a Besta como quem ela realmente é, apesar de sua aparência. E eu acho que o mundo precisa mais disso… a Bela nos ensina a trazer o melhor de nós”.

Se ela consegue atravessar a linha de chegada da Disney, todos nós podemos! Parabéns, Cheri, e obrigado pela inspiração para seguir em frente.

 

Construção de Conexões Emocionais como ciência e estratégia

 

Este é mais um exemplo perfeito do que denominamos Construção de Relações Emocionais (ou conexões) com uma marca. É quando ela já transcende a simples prestação de serviço e atinge o campo das emoções do consumidor, cujo engajamento é total.

Considerando a enorme oportunidade de criar novo valor, as empresas deveriam tratar conexões emocionais como ciência — e estratégia. Mas, para a maioria, criar essas conexões é mais conjectura que ciência. No fim do dia elas têm uma vaga ideia do que realmente funciona. Além de identificar se seus esforços produziram os resultados esperados, segundo uma pesquisa publicada em 2015 pela Harvard Business Review.

Esta pesquisa foi realizada com centenas de marcas, em dezenas de categorias de produtos e mostra que é possível medir rigorosamente e focar estrategicamente nos sentimentos que comandam o comportamento dos consumidores. São os chamados “motivadores emocionais”. Eles avaliam melhor do que qualquer outra métrica o valor futuro do cliente para a empresa e podem ser uma nova fonte relevante de crescimento e lucratividade.

Algumas marcas, por sua própria natureza, têm mais facilidade de criar essas conexões, mas uma empresa não precisa ter nascido com o DNA emocional da Disney ou da Apple para ser bem-sucedida. Mesmo um produto de limpeza ou um alimento enlatado pode criar fortes conexões.

 

David Lederman é presidente da Lederman Consulting & Education e organizador dos Workshops Oficiais do Disney Institute no Brasil.
 
Fundador da Escola Nacional de Qualidade de Serviços (ENQS) e Professor de Pós Graduação no curso Gestão de Processos e Serviços da Fundação Vanzolini.
 
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Lições de Criatividade Estilo Disney/Pixar: 15 de março de 2019

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