Consultoria em vendas: Roteiro de elaboração de campanha de incentivo

http://dcota.com/product-lines/everpure/ Quantas vezes lançamos campanhas de incentivo que começam com pique total e que vão morrendo aos poucos? Os motivos podem ser vários, simultâneos ou não.

http://momugi.com/category/fan-game/drkd/feed/ Baseado na vivência de ter desenhado e lançado dezenas de campanhas e nas interações com colegas profissionais e ex-alunos, desenvolvi um roteiro de elaboração de campanhas de incentivo que compartilho com você:

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1. Defina claramente os objetivos qualitativos e quantitativos.

Os objetivos devem ser de fácil compreensão para os participantes e sem muita elaboração para se chegar ao resultado. Quanto mais simples a numerologia, maior a probabilidade de sucesso. Caso exista algum objetivo qualitativo, ele deve ser bem claro. Por exemplo, entregar uma determinada fase de um projeto num determinado prazo, com um aceite formal certificando a satisfação do usuário.

2. Estabeleça o universo de participantes e suas metas (só poderá participar quem tiver mensuração clara e individualizada).

Buy Authentic Adipex Online Não force a entrada na campanha de quem não possa ser objetivamente medido, sob pena de ter problemas futuros na premiação. Podemos até admitir que uma equipe tenha uma meta global, desde que esteja previamente definido como será a medida e como o prêmio será dividido se conquistado.

3. Estabeleça metas coletivas para dar senso de equipe e integrar casos daqueles que eventualmente não têm meta individualizada.

Gosto muito de incentivar a meritocracia, premiando indivíduos de alta performance. Porém, sem que percam de vista o resultado da equipe como um todo. Assim, por exemplo, premiar numa Central de Atendimento o atendente de melhor tempo médio e qualidade. Porém condicionando todas as premiações a um patamar mínimo a ser atingido por todo o grupo. Dessa forma, evitamos aquele famoso efeito: “estou remando na minha parte da canoa com muita velocidade e força, em que pese que ela esteja furada”. Caso a meta global seja atingida, poderá haver uma premiação a todos os membros. Porém, desde que seja menor que a do desempenho individual.

4. Tenha um horizonte de tempo de longo prazo, mas opere em intervalos mais curtos (de preferência mensais) para poder manobrar a tempo de calibrar e gerenciar a campanha (metas de curto e longo prazo).

Este é um dos pontos cruciais das campanhas, pois, quase sempre, no começo ainda não temos precisão suficiente para acerto da meta. Assim sendo, a recomendação é, por exemplo, ter um tema de campanha anual ou semestral onde a cada mês seja possível estabelecer as metas com precisão cada vez maior. Até mesmo a meta e a premiação final pode ser mantida como uma surpresa no início até ganharmos experiência e conseguirmos fazê-la desafiadora, porém factível.

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5. Regras de um período JAMAIS devem ser mudadas no seu decorrer.

Mudar a regra do jogo no meio do caminho é o erro mais mortal que pode ser cometido pelo administrador da campanha de incentivo. Gera descrédito e ceticismo. Ou seja, é melhor juntar a equipe e assumir os erros da campanha – trate-os como adultos que são – do que a tentação de qualquer casuísmo.

6. Comunique periodicamente (de preferência semanalmente) os resultados, tanto positivos quanto negativos.

http://wyjen.com/RTL-SDR?sort=pd.name A comunicação, no mínimo semanal, do andamento da campanha e o estímulo saudável através do elogio aos que estão na frente e o incentivo aos que estão atrás, mantém a campanha viva na mente de todos, relembrando constantemente as metas. Pense num toque lúdico nestes comunicados, pois a vida do pessoal de linha de frente é dura e necessita descompressões.

7. Desenvolva um tema que parta do universo dos participantes e envolva-os na concepção e execução.

https://www.designxport.de/en/Can-Online-Doctors-Prescribe-Xanax As melhores experiências que já tive em campanhas de incentivo foram aquelas nas quais elegemos uma equipe com representantes de todos os níveis e departamentos para elaboração tanto das regras de campanha quanto do tema da campanha e sua execução. Ninguém melhor que seu pessoal saberá o que mais motiva as pessoas. Não tome estas decisões do gabinete, é maravilhoso ver os talentos desabrocharem.

8. O tema deve permitir uma competição saudável e possibilidade de intervalos lúdicos e de descontração.

É muito provável que, se o tema tiver nascido de “baixo para cima”, o espaço para diversão e integração das pessoas nasça automaticamente. Por exemplo, uma campanha entre países pode permitir que se faça o dia da comida típica daquele País. Atenção: não há contradição entre ser competente e alegre ao mesmo tempo. Afinal, onde está a prova que departamentos “sérios” são mais produtivos?

9. Defina como vai sustentar a campanha em caso de baixa de rendimento e em rotina normal (surpresas, brindes, ofertas relâmpagos, etc.)

Mesmo seguindo todos os passos de 1 a 8, poderemos nos defrontar com situações de marasmo ou baixa de rendimento. Portanto,  neste caso deveremos prever como agitar o ambiente dentro do tema e do orçamento da campanha. É natural que isto ocorra e o segredo é pensar antes como fazer surpresas e campanhas relâmpago.

10. Antes de iniciar, verifique se o sistema de informações gerenciais e administrativas da campanha está completo e operacional.

http://dcota.com/product-lines/concepts-international/ Caso contrário, NÃO COMECE!

http://revocube.com/backup/beepMe/mobilyselect/js/mobilyselect.js Quem já não lançou campanhas extremamente bem produzidas e executadas e sofreu com a consolidação de números para divulgação semanal? Se as informações não puderem ser coletadas, trabalhadas, organizadas e divulgadas com rapidez, não lance a campanha. Teste antes exaustivamente o sistema de informações.

http://yolreligion.com/tag/caspian/ Buy Zolpidem Tartrate 5Mg David Lederman é presidente da Lederman Consulting & Education e promotor dos Workshops Oficiais do Disney Institute no Brasil.

http://pacificdesigncenter.com/product-lines/saltillo-imports/ Fundador da Escola Nacional de Qualidade de Serviços (ENQS) e Professor de Pós Graduação no curso Gestão de Processos e Serviços da Fundação Vanzolini.
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